Clube de Informática
Habilitação de crianças para o mercado de trabalho,Porto Alegre,R ·
·
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Problem
Em 1999 a Sra.Suzy
Tse Lee teve a idéia de fornecer aos alunos do Clube da Criança
habilidades de computação, de maneira que pudessem ser capazes de
competir no mercado de trabalho, ao completar a oitava série. Ela
começou um projeto de ensaio na Igreja Metodista Central de Porto
Alegre, um local acessível na região do centro da cidade. Ela começou
com várias velhas máquinas de escrever e um computador 386. Os alunos
aprenderam a datilografar nas máquinas primeiramente, antes de lidar
com o computador, já que era somente um computador. Em 2000, alguns
membros do International Women´s Club (IWCPOA) doou dois computadores
486 e uma impressora. A Igreja também deu permissão para ampliar a sala
de aula de informática. Atualmente nós temos um total de 15
computadores Pentium, doados pelas empresas onde os maridos das membros
do IWCPOA trabalham. Nós temos uma linha regular de telefone e linha de
Internet.
Em 2001 nós recebemos de uma organização não governamental, localizada no Rio de Janeiro, o Comitê para a Democratização da Informática, licença para usar o software Microsoft legalmente, e assim nos sentimos confiantes para ir adiante com nosso trabalho. Nós temos um total de 30 alunos do Clube da Criança e das favelas. Em novembro de 2005, nós abrimos turmas de informática para cidadãos idosos que pagam uma taxa nominal pequena de R$17,00, para ajudar com gastos.
Em 2002 nós fizemos um convênio com o Centro Integrado Empresa-Escola, Estado do Rio Grande do Sul - (CIEE), para oferecer estágios para alunos que se formaram em nosso programa de computação. É através deste primeiro trabalho que eles são inseridos no mercado de trabalho. Neste caminho, eles estarão aptos a elaborar um CV para futuros trabalhos. Este ano nós formamos 10 alunos, 4 dos quais foram contratados.
Em 2003, nós admitimos 18 alunos qualificados da oitava série de Antão Farias, uma escola pública da favela de Vila Pinto. Nós também aceitamos jovens adultos para aprender habilidades de computação, com a finalidade de encontrar trabalhos.
Em 2004, nós abrimos o programa para a Escola Pública Municipal Mariana Beck em Vila Bom Jesus.
Em 2005, nós tínhamos 60 estudantes por semana no programa. No fim do ano, nós fizemos parceria com a escola chamada José do Patrocício na favela da região sul de Restinga, para dar aulas de computação para seus estudantes.
Em 2001 nós recebemos de uma organização não governamental, localizada no Rio de Janeiro, o Comitê para a Democratização da Informática, licença para usar o software Microsoft legalmente, e assim nos sentimos confiantes para ir adiante com nosso trabalho. Nós temos um total de 30 alunos do Clube da Criança e das favelas. Em novembro de 2005, nós abrimos turmas de informática para cidadãos idosos que pagam uma taxa nominal pequena de R$17,00, para ajudar com gastos.
Em 2002 nós fizemos um convênio com o Centro Integrado Empresa-Escola, Estado do Rio Grande do Sul - (CIEE), para oferecer estágios para alunos que se formaram em nosso programa de computação. É através deste primeiro trabalho que eles são inseridos no mercado de trabalho. Neste caminho, eles estarão aptos a elaborar um CV para futuros trabalhos. Este ano nós formamos 10 alunos, 4 dos quais foram contratados.
Em 2003, nós admitimos 18 alunos qualificados da oitava série de Antão Farias, uma escola pública da favela de Vila Pinto. Nós também aceitamos jovens adultos para aprender habilidades de computação, com a finalidade de encontrar trabalhos.
Em 2004, nós abrimos o programa para a Escola Pública Municipal Mariana Beck em Vila Bom Jesus.
Em 2005, nós tínhamos 60 estudantes por semana no programa. No fim do ano, nós fizemos parceria com a escola chamada José do Patrocício na favela da região sul de Restinga, para dar aulas de computação para seus estudantes.
Action
Prover
aos alunos do Clube da Criança habilidades de informatização, de
maneira a capacitá-los a competir no mercado de trabalho ao completar a
oitava série.
Serviços oferecidos pelo Projeto:
Treinamento em computação estágio educação moral religião cultura globalizaçãoResults
O
Centro Integrado Empresa-Escola, RS-(CIEE) oferece estágios
profissionalizantes aos estudantes que se formam em nosso programa de
computação;
a cada 2 anos nós temos uma média de 19 alunos, formando-se em nosso curso de computação;
quatro foram contratados através de estágios;
os jovens começam a elaborar o CV para futuros empregos;
alunos e pais aprendem que esportes e outras atividades não podem substiuir a educação, como meio para sair da pobreza.
Limitations
Os
alunos são continuamente incentivados a levar o programa a sério: ser
pontuais, completar as tarefas de casa e ir bem na escola são parte da
sua preparação para um futuro bem sucedido.
When to Use
What to Do
Prováveis
estudantes (em potencial) ficam sabendo sobre o projeto por intermédio
de sua escola, igreja e organizações comunitárias, além do
"boca-a-boca". Eles contatam o projeto através de um amigo ou através
de um dos acima citados lugares. Os alunos precisam expressar
verbalmente seu interesse por estudos de computação e trazer relatórios
de bom aproveitamento das suas escolas.
O curso de computação leva 2 anos, considerando que os alunos têm uma aula por semana. Desta maneira, podemos atender a mais alunos. Isto lhes possibilita mais tempo para familiarizarem-se com os equipamentos e para aprender. Afinal de contas, eles só podem obter estágio aos 16 anos de idade, de acordo com a lei brasileira. Quanto mais tempo ficarem conosco, mais poderemos falar com eles sobre cultura, globalização, religião, e educação moral, de forma que estejam preparados para integrar-se no mercado. Cada 2 anos nós temos uma média de 19 alunos se formando.
Nós escrevemos nosso próprio manual de lições de computação, numa linguagem informal simples, de maneira que as crianças de favelas possam entender. Nós temos um programa de liderança para ensinar à juventude responsabilidade, honestidade, e pontualidade, enquanto eles estiverem conosco neste programa.
Nossos instrutores de IT são todos formados pelos nossos ex-alunos.
Os líderes no grupo fazem cursos especiais e treinamento de liderança, de forma que desenvolvam suas personalidades e habilidades.
Eles sabem o que se passa na favela e como ajudar os outros e nós os preparamos para assumir liderança onde moram, quando se tornarem adultos. Assim, garotos podem observá-los e espelhar-se em nossos líderes e não prestar atenção nos líderes da máfia do tráfico de drogas.
Nós trabalhamos em parceria com as igrejas locais. Uma delas faz limite com a favela que está com o projeto do Clube da Criança. A outra fica no centro da cidade. Nós escolhemos este local porque está no porão da igreja e nós não precisamos ficar com receio das pessoas entrarem pelo telhado para roubar computadores. Nós temos 15 computadores e damos aulas para dois grupos: manhãs e tardes durante toda a semana. Nós temos estudantes de 5 bairros do Norte e do Sul.
É impossível para nós ir dentro das favelas. Seria interpretado como uma invasão em sua área, se nós fôssemos. Nossos voluntários não se sentiriam mesmo confortáveis, entrando nas favelas. É sempre bom fazer com que os garotos saiam e vejam como os demais vivem, a fim de poder alargar seus horizontes. Pelo fato de não estarmos instalados dentro da favela, recentemente nós tivemos de cortar nossa parceria com CDI-RS. Nós havíamos recebido manuais IT do CDI, publicados pela universidade da UNICAMP. Estavam em linguagem direcionada a estudantes universitários, então nós reescrevemos todo o manual em linguagem acessível, para que os garotos pudessem entender.
Nós temos uma boa amiga, que há um tempo trabalhara para CDI, mas agora tem seu próprio negócio, chamado Pensamento Digital. Ela nos tem oferecido a licença. Nós acreditamos nessas formas de parcerias, organização para organização, um pelo outro.
O curso de computação começa com uma (1) Introdução: familiarização com o equipamento, e provedor (2) Introdução para o Instrutor. Então, os estudantes usam um (3) Programa de Digitação- software brasileiro por causa dos acentos. Depois de 10 lições, nós continuamos com a história do computador, enquanto eles continuam digitando, até que todo o programa de digitação tenha terminado. Nós fazemos estas introduções uma por vez: (4) História do Processamento de Dados, (5) Introdução ao Software e Hardware, e (6) Introdução às Medidas.
Nós também os testamos através de exames simples para ver se eles adquiriram uma compreensão geral do curso. Se há dúvidas, nós revisamos os pontos (conteúdos) para nos certificar de que eles entenderam tudo. Eles não têm nenhuma oportunidade de conseguir um computador fora da sala de aula para tentar descobrir por si próprios.
Depois de estarem conosco por alguns meses, eles começarão a navegar pela Internet e encontrarão material para
compor seu próprio boletim informativo ou jornal local. Eles têm de descobrir e usar todo o material da Internet, para compor seu boletim informativo, que constitui o exame final do software WORD.
Nós temos uma grande cerimônia de formatura a cada dois anos. Alunos que se formam nesse meio tempo o fazem com o Clube da Criança.
O curso de computação leva 2 anos, considerando que os alunos têm uma aula por semana. Desta maneira, podemos atender a mais alunos. Isto lhes possibilita mais tempo para familiarizarem-se com os equipamentos e para aprender. Afinal de contas, eles só podem obter estágio aos 16 anos de idade, de acordo com a lei brasileira. Quanto mais tempo ficarem conosco, mais poderemos falar com eles sobre cultura, globalização, religião, e educação moral, de forma que estejam preparados para integrar-se no mercado. Cada 2 anos nós temos uma média de 19 alunos se formando.
Nós escrevemos nosso próprio manual de lições de computação, numa linguagem informal simples, de maneira que as crianças de favelas possam entender. Nós temos um programa de liderança para ensinar à juventude responsabilidade, honestidade, e pontualidade, enquanto eles estiverem conosco neste programa.
Nossos instrutores de IT são todos formados pelos nossos ex-alunos.
Os líderes no grupo fazem cursos especiais e treinamento de liderança, de forma que desenvolvam suas personalidades e habilidades.
Eles sabem o que se passa na favela e como ajudar os outros e nós os preparamos para assumir liderança onde moram, quando se tornarem adultos. Assim, garotos podem observá-los e espelhar-se em nossos líderes e não prestar atenção nos líderes da máfia do tráfico de drogas.
Nós trabalhamos em parceria com as igrejas locais. Uma delas faz limite com a favela que está com o projeto do Clube da Criança. A outra fica no centro da cidade. Nós escolhemos este local porque está no porão da igreja e nós não precisamos ficar com receio das pessoas entrarem pelo telhado para roubar computadores. Nós temos 15 computadores e damos aulas para dois grupos: manhãs e tardes durante toda a semana. Nós temos estudantes de 5 bairros do Norte e do Sul.
É impossível para nós ir dentro das favelas. Seria interpretado como uma invasão em sua área, se nós fôssemos. Nossos voluntários não se sentiriam mesmo confortáveis, entrando nas favelas. É sempre bom fazer com que os garotos saiam e vejam como os demais vivem, a fim de poder alargar seus horizontes. Pelo fato de não estarmos instalados dentro da favela, recentemente nós tivemos de cortar nossa parceria com CDI-RS. Nós havíamos recebido manuais IT do CDI, publicados pela universidade da UNICAMP. Estavam em linguagem direcionada a estudantes universitários, então nós reescrevemos todo o manual em linguagem acessível, para que os garotos pudessem entender.
Nós temos uma boa amiga, que há um tempo trabalhara para CDI, mas agora tem seu próprio negócio, chamado Pensamento Digital. Ela nos tem oferecido a licença. Nós acreditamos nessas formas de parcerias, organização para organização, um pelo outro.
O curso de computação começa com uma (1) Introdução: familiarização com o equipamento, e provedor (2) Introdução para o Instrutor. Então, os estudantes usam um (3) Programa de Digitação- software brasileiro por causa dos acentos. Depois de 10 lições, nós continuamos com a história do computador, enquanto eles continuam digitando, até que todo o programa de digitação tenha terminado. Nós fazemos estas introduções uma por vez: (4) História do Processamento de Dados, (5) Introdução ao Software e Hardware, e (6) Introdução às Medidas.
Nós também os testamos através de exames simples para ver se eles adquiriram uma compreensão geral do curso. Se há dúvidas, nós revisamos os pontos (conteúdos) para nos certificar de que eles entenderam tudo. Eles não têm nenhuma oportunidade de conseguir um computador fora da sala de aula para tentar descobrir por si próprios.
Depois de estarem conosco por alguns meses, eles começarão a navegar pela Internet e encontrarão material para
compor seu próprio boletim informativo ou jornal local. Eles têm de descobrir e usar todo o material da Internet, para compor seu boletim informativo, que constitui o exame final do software WORD.
Nós temos uma grande cerimônia de formatura a cada dois anos. Alunos que se formam nesse meio tempo o fazem com o Clube da Criança.
Tips
O IWCPOA tem sido diligente, participando ativamente ("com as mãos na massa"), para a implementação desse projeto;
cada passo do processo dos participantes é monitorado, para o melhor resultado ou o mais bem sucedido possível;
os participantes têm um sentimento de participação e sabem que alguém realmente se importa com o seu sucesso no programa.
Equipment
Materiais:
Computadores( doados por membros das companhias do IWCPOA), software
(doados pela Micorsoft graças ao CDI) e o espaço (cedido pela Igreja
Central Metodista de Porto Alegre
Doadores:
Doadores:
Empréstimos; Total:
n/a
Para:
n/a
Assessment
n/a
Related Resources


