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About [Edit]
As disputas por terra, recursos hídricos e acesso a crédito separam os representantes do agronegócio das muitas famílias que vivem da agricultura familiar na Bahia. A crescente adesão de pequenos agricultores a movimentos rurais como o MST e a FETRAF demonstra como suas principais demandas e necessidades não são atendidas e como seus direitos sociais fundamentais têm sido violados. O quadro é agravado pela incapacidade do poder público em subsidiar a agricultura familiar. Além disso, a expressiva população afro-descendente e indígena baiana é vítima de discriminações sociais, econômicas, culturais e ambientais, que justificam ações no sentido de políticas afirmativas. Neste sentido, a atuação da FASE Bahia se dá no fortalecimento e na articulação de sujeitos políticos para exercerem a sua cidadania e fortalecerem a luta pela exigibilidade de direitos, no estímulo ao associativismo produtivo e na implementação de atividades de capacitação para a gestão de experiências de desenvolvimento sustentável e solidário.
Situada em Itabuna, cidade baiana do sul do estado, a FASE Bahia tem três linhas de atuação. A primeira delas diz respeito a sistemas agroecológicos de produção, as outras duas são relativas às redes associadas de comercialização de produtos agrícolas e ao controle social sobre o poder público, assim como a exibilidade de direitos.
A primeira linha se refere ao manejo de agroecossistemas, um formato de produção agrícola que promove o desenvolvimento sustentável no meio rural. Baseado em pequenas propriedades e produção variada, os agroecossistemas são caracterizados pelo equilíbrio ambiental e a harmonização com os ciclos naturais do solo e das chuvas, sem uso de agrotóxicos e defensivos agrícolas. Trata-se de uma alternativa às grandes propriedades rurais, seus inúmeros danos ambientais e ao desemprego e pobreza que elas geram no meio rural. O papel da FASE é apoiar os agricultores com assessoria técnica e na sua organização produtiva.
A comercialização dos produtos agroecológicos ainda é uma dificuldade. Por isso, a FASE Bahia se dedica a ajudar iniciativas que promovam a inserção de mercado dos agricultores ecológicos. Neste sentido, o escritório regional promove eventos de qualificação da organização comunitária, participa da administração de instituições comunitárias de crédito e também dá assessoria a projetos de comercialização associada da produção agroecológica.
E quanto à articulação de sujeitos políticos no sul da Bahia, a FASE trabalha para atender demandas de parceiros por qualificação da participação popular. Trata-se de trazer mais e mais cidadãos para o debate sobre políticas públicas e o monitoramento do poder público. Neste sentido, algumas iniciativas recentes têm sido fundamentais, como é o caso da campanha Quem Não Deve Não Teme, que estimula a população a fiscalizar as contas públicas. Esta campanha tem, além de uma função cidadã, uma função educativa muito forte, pois serve para mostrar que o cumprimento dos direitos humanos econômicos, sociais, culturais e ambientais também dependem de como o poder público aplica os recursos que recolhe na sociedade através dos impostos.
Situada em Itabuna, cidade baiana do sul do estado, a FASE Bahia tem três linhas de atuação. A primeira delas diz respeito a sistemas agroecológicos de produção, as outras duas são relativas às redes associadas de comercialização de produtos agrícolas e ao controle social sobre o poder público, assim como a exibilidade de direitos.
A primeira linha se refere ao manejo de agroecossistemas, um formato de produção agrícola que promove o desenvolvimento sustentável no meio rural. Baseado em pequenas propriedades e produção variada, os agroecossistemas são caracterizados pelo equilíbrio ambiental e a harmonização com os ciclos naturais do solo e das chuvas, sem uso de agrotóxicos e defensivos agrícolas. Trata-se de uma alternativa às grandes propriedades rurais, seus inúmeros danos ambientais e ao desemprego e pobreza que elas geram no meio rural. O papel da FASE é apoiar os agricultores com assessoria técnica e na sua organização produtiva.
A comercialização dos produtos agroecológicos ainda é uma dificuldade. Por isso, a FASE Bahia se dedica a ajudar iniciativas que promovam a inserção de mercado dos agricultores ecológicos. Neste sentido, o escritório regional promove eventos de qualificação da organização comunitária, participa da administração de instituições comunitárias de crédito e também dá assessoria a projetos de comercialização associada da produção agroecológica.
E quanto à articulação de sujeitos políticos no sul da Bahia, a FASE trabalha para atender demandas de parceiros por qualificação da participação popular. Trata-se de trazer mais e mais cidadãos para o debate sobre políticas públicas e o monitoramento do poder público. Neste sentido, algumas iniciativas recentes têm sido fundamentais, como é o caso da campanha Quem Não Deve Não Teme, que estimula a população a fiscalizar as contas públicas. Esta campanha tem, além de uma função cidadã, uma função educativa muito forte, pois serve para mostrar que o cumprimento dos direitos humanos econômicos, sociais, culturais e ambientais também dependem de como o poder público aplica os recursos que recolhe na sociedade através dos impostos.

